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American Airlines é condenada por usar polígrafo


12/08/02

A American Airlines foi condenada a pagar uma indenização de cerca de R$ 190 mil a uma trabalhadora brasileira. A Justiça entendeu que ela foi violentada em sua intimidade por conta de entrevistas periódicas mediante o uso de polígrafo (detector de mentiras). A ex-agente de segurança da AA, Rita de Cássia Martinhão Irigoyen, foi defendida pelo advogado Luís Carlos Moro. O Juiz Benedito Valentini, da 36ª Vara Trabalhista de São Paulo descartou os pedidos indenizatórios de ordem salarial, mas reconheceu ter havido dano moral nos "interrogatórios" feitos pela Companhia. Para o juiz, a empresa norte-americana queria saber de sua então empregada informações que nada tinham a ver com suas funções - o que só servia para provocar constrangimentos. Em uma questão sobre consumo de drogas, disse o juiz, a American Airlines "mostra-se mais conservadora e exigente que a Sociedade e o Congresso Americano" e lembrou que "afamado presidente dos EUA, aclamado como um grande governante", referindo-se a Bill Clinton que "acabou reconhecendo que fez uso de maconha em sua juventude, justificou que não tragou é bem da verdade, mas acabou sendo perdoado, numa clara demonstração de que a vida pregressa não serve para valoração e julgamento das pessoas". O juiz arbitrou a indenização no valor equivalente a 100 vezes o salário que a funcionária recebia à época da demissão, o que se aproxima de oito anos de trabalho na empresa. A punição, disse Valentini, deve ser exemplar. O advogado Luís Carlos Moro, que também é presidente da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat), não concorda que o valor tenha sido alto. "Imagine se sucede o inverso: uma empresa brasileira viola a intimidade de um americano no território dos Estados Unidos: de quanto seria a indenização?", perguntou.


Fonte: Consultor Jurídico


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