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Instituto defende debate sobre empresas de segurança privada


22/06/02

SÃO PAULO - O secretário-executivo do Instituto São Paulo contra a Violência, Paulo Mesquita, afirmou hoje que os candidatos aos governos estaduais e à presidência da República têm obrigação de se manifestar em relação ao papel da segurança privada no país. Mesquita não quis comentar a declaração do empresário Abílio Diniz, presidente do Grupo Pão de Açúcar, que cobrou dos candidatos maior comprometimento com o problema da violência e disse que nas proximidades da sede da empresa, na capital paulista, a criminalidade baixou - e completou "não sei se é porque atiramos primeiro e perguntamos depois". Apesar disso, Mesquita disse que os governos, estaduais e federal, deram até agora pouca importância para a atuação das empresas de segurança privada e que, por isso, não têm controle sobre elas, nem conhecem direito sua atuação. Para ele, essas empresas poderiam desempenhar papel importante se fossem regularizadas, atuassem dentro da lei e alinhadas com as políticas de segurança estaduais e federal. Mesquita diz que a vigilância privada deve prover segurança para propriedades privadas e que esse serviço de segurança não pode ser transferido ao poder público. - Não se pode privatizar o trabalho da polícia. Muitos grupos empresariais e pessoas tentam hoje obter serviços privilegiados, preferenciais. As empresas de segurança privada também contratam policiais para esse trabalho, que eles fazem como "bico", e isso prejudica a segurança pública. Com uma regularização esses policiais, que hoje fazem "bicos", precisam ser substituídos. As formas perversas de segurança privada não trazem benefícios - afirmou. Mesquita afirmou que o debate sobre violência está apenas começando e que ainda não dá para medir a importância que os candidatos dão ao tema, já que os partidos não apresentaram seus programas. - Temos de ver os programas para ver se as propostas são adequadas ou não - disse.


Fonte: Globo News


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