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Seg.Eletronica - Condominios podem aumentar segurança.


07/10/09

Olho na Rua entra na era digital, mas condomínios ainda não se adaptaram ...

Em alguns prédios ainda não substituíram o sistema analógico e por isso não podem acionar a segurança do projeto.

RECIFE (PE)O Projeto de Olho na Rua, criado há cinco anos para tentar diminuir a violência, entrou na era digital, mas muitos condomínios ainda não se adaptaram à nova tecnologia. O sistema é uma comunicação direta pelo rádio entre porteiros de edifícios com a Polícia Militar, para chamados em casos de emergência.

Por conta das mudanças, os condomínios que trabalham no sistema analógico estão sem poder acionar o Projeto de Olho na Rua, que foi criado em 2004 para garantir segurança aos moradores.

O projeto, uma parceria do Sindicato dos Condomínios e a Secretaria de Defesa Social (SDS), controla prédios residenciais, comerciais, empresariais, restaurantes, igrejas, colégios, hotéis e postos de gasolina.

Quando um funcionário percebe qualquer movimento suspeito na vizinhança, entra em contato com a polícia e é ouvido por outros funcionários de prédios na mesma região. Para participar, o condomínio ou empresa pagava uma taxa mensal de R$ 65. Há quatro meses a taxa passou para R$ 82, quando trocou o sistema analógico pelo digital. Quatrocentos condomínios ainda não se adequaram e estão sem comunicação.

A coordenadora do projeto, Telma Rejane Torres (foto 4), disse que os problemas são de origem financeira ou de falta de documentos exigidos pela nova empresa de comunicação. "É necessário que eles procurem cumprir as exigências na nova operadora, em termos de documentos que hoje são exigidos, diferente do que exigia com a operadora que trabalhava com o analógico. Então é necessários que os segmentos que estão aderindo ao projeto agilizem essa documentação para que a gente possa entrar, o quanto antes, no projeto De Olho na Rua", orientou.

MONITORAMENTO

O policial encarregado de receber chamados do Projeto de Olho na Rua e técnicos responsáveis por monitorar o movimento de 50 câmeras espalhadas pela cidade, ficam em uma sala da Secretaria de Defesa Social (SDS).

Por conta do projeto, há mais de dois anos não chega nenhuma queixa de invasão de condomínios. O gerente do Centro de Operações estimula a participação no projeto. E acha que vizinhos deveriam se unir para adotar o sistema em pelo menos alguns dos prédios de cada rua.

"Se a gente pudesse contar com essa integração entre os vizinhos, para que eles, de forma mobilizada, pudessem estrategicamente nos ajudar a ter pontos importantes para monitorar a rua, isso com certeza iria ajudar a polícia, que não estar presente em todos os locais, a ter informações rápidas, de forma preventiva, e com isso ajudar na segurança daquele bairro ou daquela rua especificamente", disse o coronel Sérgio Viana (foto 5).

Para participar do Projeto de Olho na Rua,os síndicos dos condomínios precisam cadastrar os funcionários do edifício no curso básico de segurança condominial, promovido pelo Sindicato da Habitação (Secovi). O curso é de graça e tem duração de três meses. O telefone para a inscrição é o (81) 2123.9408.



Fonte: PE 360 graus


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