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Campo - Sinalizações do Algodoeira Segura concluídas; beneficiamento prossegue em MG


11/09/20

 O programa contabiliza produção de mais de 1,9 mil unidades entre placas e adesivos fornecidos às algodoeiras participantes

 
Mais dois projetos de sinalização de segurança do programa Algodoeira Segura (AS) foram executados pela Associação Mineira de Produtores de Algodão (Amipa), nas algodoeiras mineiras Guimarães Agropecuária (Patrocínio) e Fibra Forte (Patos de Minas), para as quais foram fornecidos 494 adesivos e placas.
 
De acordo com dados da Amipa, 16 algodoeiras de produtores associados estão ativas em Minas e algumas já iniciaram o beneficiamento do algodão safra 2019/20, que deve se prolongar até dezembro. As operações nas unidades beneficiadoras começaram logo após o início da colheita nas regiões produtoras, ocorrido em março na agricultura familiar e em junho nas áreas de agricultura empresarial. Em agosto, o cenário aponta 60% da área total colhida, com um terço desse volume já beneficiado e entregue
para comercialização.
 
O diretor executivo da Amipa, Lício Pena, estima que a produção de algodão em caroço a ser processada no estado deve superar 160 mil toneladas e gerar mais de 65 mil toneladas de algodão em pluma, obtida em uma área total de 36,5 mil hectares, um pouco menor em relação ao ciclo 2018/19, com área total de 42,7 mil hectares. Em 2019, entraram nas algodoeiras mineiras cerca de 185 mil toneladas de algodão em caroço, dando origem a mais de 74 mil toneladas de algodão em pluma.
 
Além das algodoeiras Guimarães Agropecuária e Fibra Forte, estão em operação as beneficiadoras mineiras DB (São Romão), Agrícola Xingu (Unaí), Produtiva Cotton (Buritis), DME (Presidente Olegário), Faria Júnior (Buritizeiro), Monte Carmelo Ind. e Comércio (Monte Carmelo), Farroupilha Trading (Patos de Minas), Coopercat (Catuti), Fava Cotton (Paracatu), Razera Ubercotton (Uberaba), SF Cotton (Coromandel), ECR Cotton (Vazante), Montesa (Serra do Salitre) e Lumen (Brasilândia de Minas).
 
Execução dos projetos
 
A primeira etapa de elaboração dos projetos contou com uma consultoria especializada em segurança do trabalho contratada pela Amipa, responsável pelo diagnóstico das condições de sinalização de segurança existentes em cada unidade beneficiadora, pela emissão do relatório de recomendação de melhorias e, ainda, pelo acompanhamento da produção à instalação final, assegurando o cumprimento do disposto em cada relatório.
 
A segunda fase consistiu na contratação de empresa especializada para projetar e confeccionar as placas e adesivos segundo cada relatório. A produção foi autorizada após análise prévia e validação, pela Associação, dos quesitos qualidade, segurança e durabilidade dos materiais a serem disponibilizados para as algodoeiras.
 
A etapa final, de entrega e instalação dos materiais, demandou a contratação de profissionais para a execução de acordo com as definições de cada projeto, para a fixação adequada de cada uma das placas e adesivos. Todos os serviços presenciais foram realizados com o uso de máscaras e higienização constante das mãos para minimizar o risco de contaminação pela Covid-19, medidas observadas tanto pelos prestadores de serviço como pelos colaboradores dos diversos setores das algodoeiras.
 
Em sua segunda safra operacional, a Guimarães Agropecuária iniciou o processo de beneficiamento em julho e prossegue até setembro, exigindo o uso de equipamentos de proteção e álcool em gel pelos colaboradores e o distanciamento adequado, além da definição de turnos para o almoço, informa o proprietário e produtor Rogério Souza.
 
Segundo ele, as ações realizadas no âmbito do AS favoreceram um melhor ambiente operacional neste ano, em relação a 2019, sendo mais fácil para os funcionários identificarem e prevenirem os riscos existentes, mesmo com a maior automatização da Guimarães em relação a outras beneficiadoras. “O melhor é trabalhar certo e de forma segura, proporcionando segurança aos funcionários das algodoeiras e evitando acidentes. As orientações passadas ajudam e são de suma importância para se ter uma safra tranquila, sem surpresas negativas. É preciso agradecer à Amipa pela parceria e custeio do programa, favorecendo o produtor”, declara Rogério.
 
Sobre o mérito do AS, o produtor diz que o programa está alinhado ao perfil do setor algodoeiro de Minas, que acredita ser o mais organizado em relação a outros segmentos agrícolas com os quais trabalha, um perfil alcançado com muita contribuição da Amipa.
 
À frente da segunda safra de beneficiamento da Fibra Forte, iniciado em julho, o gerente administrativo da empresa, Heverton Martins, considera excelente o atendimento prestado pelo AS à melhoria da segurança na algodoeira, um ambiente que utiliza maquinário com muitas partes perigosas para os operadores.
 
“Esse processo, no qual a Amipa veio levantar onde há perigo para as pessoas, ofereceu melhorias ao que implementamos no ano passado, em termos de segurança. O diagnóstico e a instalação das placas foram importantes para prevenir acidentes”, conta Heverton. O gerente relata que alguns funcionários que atuaram no ano passado, e retornaram para trabalhar nesta safra, se manifestaram sobre a diferença no
ambiente da algodoeira quanto à segurança, mesma percepção que ele passou a ter, sentindo também tranquilidade quanto às condições da equipe para execução das atividades de beneficiamento.
 
Para Heverton, o programa criado pela Amipa para atendimento às unidades beneficiadoras do algodão ajuda a organizar a vida do produtor. “O programa tanto ajuda o produtor como o próprio processo de beneficiamento. É de muita valia esse suporte que a Amipa oferece na parte de segurança para a gente, é
uma parceria e tanto”, afirma.
 
Evolução das ações do AS
 
O programa iniciou, em março deste ano, a última etapa do planejamento de ações relacionadas à implementação de sinalização de segurança das algodoeiras mineiras de produtores associados que aderiram ao programa em  2019. No mesmo mês, concluiu a execução dos projetos de sinalização das algodoeiras Fava Cotton (Paracatu), Lumen Algodoeira (Brasilândia de Minas), Grupo SF Agro (Coromandel) e Razera Ubercotton (Uberaba) e, até junho, nas beneficiadoras Guimarães e Fibra Forte.
 
A confecção e instalação de placas e adesivos foram planejadas e executadas de acordo com a legislação, em especial com a Norma Regulamentadora NR-26, que trata sobre a sinalização de segurança em ambientes de trabalho com riscos existentes. A sinalização por meio desses materiais visa atualizarconhecimentos dos trabalhadores e sensibilizá-los sobre riscos e cuidados a serem tomados na execução de suas atividades.
 
Todos os projetos concluídos foram elaborados a partir de diagnóstico técnico, em cada uma das usinas, em outubro e novembro de 2019, sempre realizado pela consultoria em segurança do trabalho contratada pela Associação. As ações do Algodoeira Segura contam com apoio do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas) e do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura no Estado de Minas Gerais (Algominas), que é gerido pela Amipa e tem como objetivo apoiar a execução de projetos que promovam a sustentabilidade na cotonicultura no estado, entre outros objetivos.
 
O maior impacto do AS nas algodoeiras dos produtores associados, na opinião de Lício, desde a sua implementação no estado, em 2012, foi promover a redução de acidentes de trabalho, alcançada por meio do trabalho de comunicação visual de segurança direcionada ao colaborador. “O primeiro impacto do AS está na prevenção de acidentes, com a sinalização dos riscos de cada setor da algodoeira. O segundo é a melhoria da eficiência, em razão de funções melhor definidas e sem desvios, exatamente por imposição das normas de segurança do trabalhador”, reconhece.
 
Com relação à evolução do programa, o diretor executivo da Amipa acredita que o futuro do AS é se tornar um segmento do novo programa de certificação das algodoeiras Algodão Brasileiro Responsável para Unidades Beneficiadoras de Algodão (ABR-UBA).
 
Lançado em julho pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o ABR-UBA chega alinhado ao eixo do programa de certificação ABR para fazendas, implementado no país em 2012.
 


Fonte: Agrolink


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