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Covid-19 - FCA volta a produzir em Betim com escala reduzida


20/05/20

 Cerca de 35% dos colaboradores da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), o equivalente a aproximadamente quatro mil pessoas, voltaram aos seus postos de trabalho ontem, na unidade de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), após 48 dias de interrupção de serviços presenciais da empresa.

 
O retorno faz parte do processo de retomada depois da paralisação feita em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A companhia destacou que várias medidas de segurança estão sendo tomadas para evitar o contágio e a propagação da doença.
Embora parte dos funcionários da linha de produção tenha regressado, enquanto outros ainda trabalhem em home office e uma parcela não tenha voltado ainda por ser do grupo de risco, não se sabe ainda como ficará, em números, a fabricação dos produtos da marca.
 
De acordo com o gerente de saúde e segurança do trabalho da FCA, Neylor Bastos, o mercado é quem vai ditar o volume efetivo de produção. Outra questão que deverá influenciar nessa retomada são os prazos de abastecimento das peças por parte dos fornecedores.
 
Contudo, com os colaboradores que retornaram, diz ele, “em três ou quatro dias, a empresa já estará preparada para retomar a produção da mesma forma que era antes da paralisação, quando eram produzidos cerca de 1.500 veículos por dia”, afirma ele. Nesses primeiros dias, serão feitos treinamentos, avaliações e ajustes para o retorno efetivo.
 
O gerente de saúde e segurança do trabalho da FCA também destaca que novos projetos serão revistos, enquanto outros serão prorrogados. O período de adiamento, porém, ainda é incerto. Pode ser de três, seis meses ou até de um ano, dependendo de como será o próximo trimestre.
 
Dessa forma, o que haverá é um adiamento dos investimentos para dar fôlego ao caixa e não um cancelamento, segundo a empresa. Os R$ 16 bilhões de investimentos previstos para a América Latina ainda permanecem, embora a previsão de encerramento deles tenha sido alterada para, acredita-se, 2025 – inicialmente era para 2024.
 
Cuidados – A fábrica de Betim não foi a única a retomar parte de suas atividades presenciais. Em Goiana, Pernambuco, o retorno também foi realizado ontem. Já para Córdoba, na Argentina, a previsão é para o dia 18 deste mês.
 
O uso da tecnologia, segundo Neylor Bastos, é algo importante nesse momento. A empresa conta agora com um aplicativo em que o colaborador insere informações sobre o seu estado de saúde e do possível contato com casos suspeitos de Covid-19.
 
“É um aplicativo feito com inteligência médica. Cada empregado e terceiros fazem uma autoavaliação. O app mostra alguns sintomas característicos do Covid-19. O aplicativo mostra se a pessoa está ou não apta para trabalhar – se não estiver, é orientada a ficar em casa”, conta.
 
Com isso, a companhia consegue mapear casos de enfermos em potencial que precisam de um acompanhamento e, assim, tomar todas as medidas necessárias.
 
A FCA também dobrou o número de ônibus que levam os trabalhadores até a empresa. Atualmente, conta com 283 veículos em Betim para isso. Cada um deles tem o chamado Capitão da Saúde, responsável pela verificação dos cumprimentos das medidas de segurança. Entre elas estão espaçamento maior entre as pessoas, uso de máscaras e álcool em gel, entre outras.
 
As máscaras, aliás, deverão ser utilizadas não só nos ônibus, mas em todo o expediente. Antes de entrarem nas fábricas, os colaboradores também passarão por câmeras termográficas responsáveis pela medição da temperatura corporal.
 
A empresa também conta com sinalização específica e outras medidas para que as pessoas respeitem o espaçamento mínimo necessário entre elas, inclusive nos banheiros e refeitórios.
 
Por fim, se houver a identificação de algum caso suspeito de Covid-19 pelo serviço de saúde ou liderança, o colaborador será encaminhado imediatamente para o atendimento médico. O local onde ele estava será isolado para evitar que outras pessoas tenham contato com aquele espaço.
 
“A sanitização do perímetro será realizada por uma equipe especialmente treinada, apelidada de ‘SWAT Covid-19’, dotada de equipamentos e produtos de esterilização específicos. Esses profissionais são devidamente equipados e capacitados em padrões internacionais de higienização de áreas contaminadas. A desinterdição do perímetro só ocorrerá após a devida liberação da liderança e do EH&S da planta”, relata a empresa.
 


Fonte: Diário do Comércio


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