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Acidente - Elevador em que comerciária morreu na Restinga não poderia estar operando, diz Ministério do Trabalho


19/11/18

 O motivo, conforme auditores fiscais do trabalho, é o fato de o equipamento apresentar uma série de irregularidades

 
O elevador da loja Armarinho Gaúcho, situada no bairro Restinga, em Porto Alegre, cuja queda causou a morte da comerciária Jéssica Aparecida Correa dos Reis, 27 anos, foi vistoriado por auditores fiscais do Trabalho na manhã desta terça-feira (13). Conforme a apuração dos técnicos do Ministério do Trabalho, o elevador não poderia estar operando, pois tinha uma série de irregularidades e já apresentava risco de acidente.
 
Os auditores notificaram os responsáveis pelo estabelecimento de que será emitido um termo de interdição. A notificação serve para cientificar a empresa de que "há uma condição de risco grave e iminente no equipamento, podendo causar um acidente a qualquer momento". Conforme o chefe de fiscalização da Seção de Saúde e Segurança do Trabalho no Estado, Henrique Mandagará de Souza, a ordem de serviço para verificação do acidente de trabalho foi aberta a partir do noticiário sobre a morte de Jéssica, ocorrida no sábado (10). Depois, a Polícia Civil reforçou o pedido de vistoria no local.
 
— A conclusão é de que o elevador não poderia estar operando e nem poderá operar. A interdição proíbe o uso até que seja feita a regularização. O equipamento já oferecia condições de risco que propiciaram o acidente, com uma série de irregularidades. O acidente poderia ocorrer a qualquer momento — afirmou o chefe de fiscalização.
 
Dois auditores estiveram no depósito do Armarinho Gaúcho durante toda a manhã. O trabalho é minucioso e tem como foco o acidente e outros fatores da organização do trabalho.
 
— Os acidentes são, geralmente, multicausais. Por isso, outros fatores são averiguados na fiscalização — explicou Souza.
 
Os auditores solicitaram documentos e fizeram imagens e entrevistas com funcionários no local. Agora, relatórios e um laudo serão produzidos para embasar a emissão do termo de interdição. O documento deve ser emitido até a próxima semana. O elevador só poderá voltar a operar depois que a loja fizer a regularização e ocorrer aprovação pelo MT.
 
Os auditores foram atendidos no local por um funcionário que se identificou como gerente de produtos. O proprietário, Ronaldo Iranso Ramos, não estava na loja, que também tem uma filial no bairro Hípica. GaúchaZH tenta, desde o final de semana, contato com Ramos, mas não obteve retorno.


Fonte: GauchaZH


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