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INSS - Mais de 33 mil pessoas deixam de receber benefícios no Paraná após pente-fino do INSS


19/11/18

 Desde julho de 2016, 54 mil perícias foram realizadas.

 
Com o pente-fino do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mais de 33 mil pessoas deixaram de receber benefícios no Paraná desde julho de 2016. Até agora, 54 mil perícias foram realizadas.
 
O objetivo da revisão dos benefícios era colocar ordem no sistema, porém, acabou gerando polêmica, porque muitas pessoas acabaram sendo prejudicadas.
 
Acidente de trabalho
 
O mecânico industrial João dos Santos, por exemplo, sofreu um acidente de trabalho há 15 anos. Ele perdeu uma perna.
 
Na última perícia, o INSS disse que poderia trabalhar, mesmo com os laudos dos médicos que o acompanham.
 
A partir de janeiro, Santos passará a receber 50% do benefício. Em janeiro de 2010, o benefício vai ser totalmente suspenso.
 
"Fui até o INSS, fiz a perícia e no resultado constatou que eu não tinha invalidez, eu estava apto para o trabalho. Mas como que eu vou trabalhar se minha função é de mecânico de manutenção industrial. Como eu vou carregar um carrinho, vou pegar uma caixa de ferramentas, entrar dentro de uma máquina para fazer manutenção? Não tem como. Como é que eu vou trabalhar sem uma perna?", disse.
 
Santos procurou a Defensoria Pública da União e deve entrar na Justiça para reverter a medida do INSS. Enquanto isso, ele tem guardado todos os documentos que comprovam a condição de saúde.
 
Tumor no cérebro
 
O caminhoneiro Rudmar Andrade, de 60 anos, está sem trabalhar há quase um ano devido a um tumor no cérebro.
 
Ele recebeu o benefício até 31 de maio. Depois de passar por duas perícias, parou de receber.
 
Andrade já entrou na Justiça. Nesta segunda-feira (12), vai fazer uma biópsia para saber se o tumor é maligno ou benigno.
 
O laudo de Andrade, assinado em 9 de outubro por um médico do Hospital Erasto Gaertner – que fica em Curitiba – aponta que ele tem uma encefalopatia em franco crescimento.
 
A encefalopatia faz com que o caminhoneiro tenha esquecimentos periódicos,ou seja, apagões. Em função disso, a orientação do médico era para que fosse afastado das funções por tempo indeterminado, por casa do risco da profissão.
 
"Eu perco muito os sentidos. Às vezes, eu não sei onde estou, fico perdido. O médico pediu para eu andar com um acompanhante direto", afirmou Andrade.
 
O caminhoneiro contou que, até então, nunca tinha precisado do INSS. "Eu tenho 27 anos de registro, sempre contribuindo. Nunca precisei. Agora, que fui precisar. Não porque eu quis", disse.


Fonte: G1


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