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EPI - Homens se arriscam sem equipamentos de proteção em obra de Araguaína


31/07/18

Dois homens foram flagrados se arriscando durante uma obra em Araguaína, no norte do Tocantins. Um deles fica a mais de 2 metros de altura, em uma escada, rebocando o teto da construção. O outro pinta a fachada e coloca quase todo o corpo para fora sacada, bem próximo à rede elétrica. Nenhum dos trabalhadores usa equipamentos de segurança. As imagens foram divulgadas nesta quarta-feira (25).

 
"Acima de dois metros ou onde implique um risco à integridade física do trabalhador, precisa implantar as medidas de controle. São caracterizadas nos treinamentos específicos, equipamento de proteção coletivo e individual e todo o contexto de adequação do ambiente de trabalho para que o colaborador fique em segurança", diz o técnico em segurança no trabalho, Edison Peixoto.
 
Em 2017, no estado, foram registradas 883 autuações por falhas na prevenção a acidentes de trabalho. Por isso, o Ministério do Trabalho aplicou multas em 265 empresas do Tocantins. O foco é maior no setor da construção civil.
 
"O construtor inteligente é o construtor prudente, que está sempre pensando nos erros, evitando um problema maior, um desgaste dentro da obra. Então a gente tem que estar sempre numa ponta de ferro que o funcionário pode chegar a pisar, cair, se machucar, um vergalhão", diz o gerente de obras Anderson Gustavo Martins.
 
No ano passado foram registrados no Tocantins mais de 1.300 acidentes de trabalho. Muitos deles provocados pela falta dos equipamentos de proteção individual. O que determina o que deve ser usado é a área de atuação de cada um.
 
Em Guaraí, um homem de 78 anos morreu enquanto trabalhava em uma cerâmica. Ele era o responsável por aquecer a caldeira e foi encontrado caído próximo ao forno, com queimaduras. A suspeita é de que tenha sido um acidente de trabalho.
 
Em 2004, Carlos Luiz da Silva, de 45 anos, sofreu um acidente gravíssimo enquanto trabalhava. Um colega que estava com ele morreu. Ele era pedreiro e caiu de 12 metros de altura.
 
 
Hoje ele é encarregado de obra e orienta os outros funcionários e usarem os equipamentos de segurança que ele não tinha quando sofreu o acidente e quase morreu.
 
"Se eu vejo em cima de um andaime, sem cinto, eu peço para descer, para não acontecer com eles o que aconteceu comigo. Até hoje sinto as consequências."


Fonte: G1 TO


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