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SST - Fratura e dor nas costas são as principais causas de afastamento do trabalho no Ceará


02/07/18

Fratura na perna e dor nas costas foram as principais causas de afastamento de trabalhadores no Ceará em 2017. Juntos, esses problemas deixaram 990 pessoas sem condição de trabalhar por 15 dias ou mais.
 
Fraturas em outras oito partes do corpo (punho, mão, antebraço, ombro, braço, fêmur, coluna lombar e pelve) pé também estão na lista das principais causas que tiraram o trabalhador da condição laboral. A maior parte dessas fraturas são causadas por acidentes de motocicleta.
 
Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira (2), com base em registros do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O Ministério do Trabalho afirma que os números são preliminares. Em todo o ano de 2017, eles afastaram do trabalho 5.126 trabalhadores no Ceará, uma média de pelo menos 14 casos por dia.
 
No Brasil, em 2017, foram concedidos 196.754 benefícios a trabalhadores afastados devido a acidentes ou adoecimentos laborais. A média foi de 539 afastamentos por dia. As quatro principais causas foram as fraturas, a quinta, dorsalgia.
 
Mortes e acidentes
Os acidentes de trabalho causaram também lesão em 5.998 trabalhadores e a morte de 22 pessoas em 2017, conforme o ministério.
 
A principal causa de morte no trabalho no estado é por impacto, com oito perdas em 2017; em seguida, aparecem morte por aprisionamento (5) e choque por energia elétrica (4).
 
Acidente por impacto feriram pelo menos 1.843 cearenses em acidente laboral no ano passado, sendo a principal causa de lesões. Em seguida aparecem queda de altura (673 casos), atrito ou abrasão (437) e aprisionamento (413).
 
Subnotificação
O Ministério do Trabalho afirma que os números reais são "bem maiores", porque "nem todos os empregadores preenchem as Comunicações de Acidentes de Trabalho (CATs), apesar de essa ser uma obrigação legal".
 
Quando a CAT não é preenchida, o INSS só fica sabendo do acidente se o trabalhador é encaminhado para a perícia médica ou quando ocorre uma fiscalização trabalhista. Nesse último caso, o empregador é autuado, e a empresa, obrigada a garantir os direitos trabalhistas do empregado.
 
No caso dos adoecimentos a subnotificação é ainda maior, porque a relação entre o trabalho e a doença não é tão imediata e evidente como ocorre com os acidentes. São classificados como adoecimento problemas como dores nas costas, transtornos mentais (estresse, ansiedade e depressão) e LER/Dort, bem como perdas auditivas em expostos a ruídos, doenças pulmonares e câncer ocupacional.


Fonte: G1 CE


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