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SST - Brasil sedia reunião do Consórcio Internacional para a Qualidade de Equipamentos de Proteção na Agricultura


23/10/17

Um grupo de cientistas vindo dos principais países agrícolas se reúne em Brasília entre os dias 25 e 27 de outubro, para debater o cenário mundial da exposição de trabalhadores a defensivos agrícolas e a segurança de equipamentos de proteção utilizados nas lavouras. O evento, do Consórcio Internacional para a Segurança de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura - EPI, contará com a presença de órgãos governamentais como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério do Trabalho.
 
O Consórcio Internacional de EPI é formado por 10 países: Alemanha, Brasil, Canadá, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Suíça e Turquia. Por meio do Programa IAC de Qualidade de EPI na Agricultura (QUEPIA), o Brasil figura entre os coordenadores do colegiado. Cabe ao órgão global estudar permanentemente aspectos identificadores da qualidade de equipamentos individuais de proteção agrícola, além de propor padrões internacionais para orientar avaliações de qualidade aplicáveis a esses produtos.
 
Nos últimos dez anos, graças a estudos bancados pelo programa IAC-Quepia, o Brasil se posicionou entre os países-chave no desenvolvimento de avaliações científicas sobre vestimentas de proteção. O País é representado no Consórcio Internacional pelo pesquisador científico Hamilton Ramos, do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA-IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo sediado na cidade de Jundiaí.
 
Em parceria com a Universidade de Maryland, o pesquisador dedica-se a elaborar um novo protocolo de dados, de alcance mundial, em torno da norma ISO 27065, que foi idealizada pela cientista americana Anugrah Shaw. A ISO 27065, explica Ramos, constitui hoje a diretriz-base da International Standartization Organization para embasar certificações de qualidade aplicáveis às vestimentas de proteção agrícola, utilizadas por trabalhadores que lidam com defensivos.
 
“Nesse mercado ainda atuam empresas cujos produtos não evitam a exposição aos defensivos. Há uma enorme quantidade de vestimentas de baixa qualidade em circulação. Como isso ocorre em vários países, optamos por trazer à luz um programa de amplitude global focado na qualidade dessas roupas”, resume Ramos.
 
Financiado com recursos privados, o programa IAC/QUEPIA completou 11 anos de atividades em julho último. No Brasil, o projeto é responsável ainda pela análise de matérias-primas empregadas na indústria de vestimentas e pela concessão do ‘Selo IAC de Qualidade’ a produtos acabados.  “Desse trabalho dependem as condições de segurança e a saúde do trabalhador rural brasileiro aplicador de defensivos”, conclui Ramos.


Fonte: Grupo Cultivar


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