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Estatísticas de Acidentes de Trabalho - Levantamento da Justiça aponta uma morte a cada 26,4 horas por acidente de trabalho no RS


02/05/17

 Dados divulgados nesta quinta-feira (27) pela Justiça do Trabalho apontam que uma pessoa morre a cada 26,4 horas no Rio Grande do Sul vítima de acidentes e doenças ligadas ao exercício da profissão. As informações foram reunidas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4) e apresentam mortes em hospitais, postos e clínicas da rede pública e privada.

 
No ano passado, foram 331 mortes, número 7,11% maior a 2015. Conforme o levantamento, as mortes vêm crescendo desde 2014, quando foram 293 casos fatais. Por outro lado, em 2013, houve o maior número de registros: 380 mortes.
 
Ainda segundo a pesquisa, 68,7% das vítimas são homens, e 33% são mulheres. Ao todo, 56,9% das mortes ocorrem com vítimas entre 20 a 39 anos, e são mais frequentes na zona urbana (78% dos casos).
 
O levantamento também mostra os setores onde mortes por acidente de trabalho são mais frequentes. São eles: metal-mecânico, agropecuária, saúde, construção civil, comércio, alimentação e serviços.
 
Os dados foram obtidos pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS/RS) e foram retirados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações em Saúde do Trabalhador (SIST).
 
Em 2016, foram mais de 44 mil notificações
 
Em 2016, os estabelecimentos notificaram 44.145 atendimentos relacionados ao trabalho, sendo 95% deles casos de acidentes, e 5% de doenças laborais.
Conforme o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul, Rogério Uzun Fleischmann, os dados disponíveis são "trágicos". Por isso, é planejada a criação de um Comitê de Óbitos regional para consolidar essas estatísticas, a partir da cooperação entre órgãos envolvidos na proteção da saúde e da segurança do trabalhador.
 
“O objetivo é conhecer melhor o problema para aumentar a qualidade da prevenção, buscando-se informações específicas sobre áreas e funções nas quais mais ocorrem mortes decorrentes de acidentes de trabalho”, explicou.
 
Conforme a Justiça do Trabalho, o levantamento mais utilizado no país para se analisar a questão dos acidentes e doenças é o Anuário Estatístico da Previdência Social. Porém, segundo o TRT-4, o estudo não reflete toda a realidade, pois considera apenas casos com empregados de carteira assinada, que, conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), representam cerca de 55% dos trabalhadores ativos.
 
Na última edição do relatório, divulgada em dezembro de 2016, com dados relativos a 2015, o Rio Grande do Sul teve 52.030 casos registrados (97% de acidentes e 3% e oenças). Do total, 146 foram mortes.

 



Fonte: G1 RS


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