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Estatísticas de Acidentes de Trabalho - Acidentes de trabalho fazem 9 mil vítimas em três anos


27/10/16

O número alto de acidentes de trabalhos registrados em Franca e região em fábricas de calçados, padarias, açougues e supermercados nos últimos anos têm chamado a atenção do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre 2013 e 2015, segundo dados do Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador), foram 9.066 casos envolvendo mãos e membros superiores dos trabalhadores. Destes, 388 foram graves e outros 40 terminaram com a morte das vítimas. Os dados são de 22 municípios da região, mas segundo o auditor fiscal do trabalho Alex Muniz Santos, Franca representa 95% dos casos.
 
A explicação para o alto índice de acidentes nesses locais, segundo Santos, é a idade das máquinas que, na grande maioria, não atendem a norma regulamentadora que determina as medidas de segurança a serem adotadas pelas empresas em equipamentos de forma a garantir a segurança dos trabalhadores. “Podemos afirmar, baseado nos dados, que 85% dos acidentes envolvendo essas partes do corpo acontecem nas fábricas de calçados, principalmente nas de menor porte. O principal motivo desses acidentes são máquinas inseguras”, disse.
 
Atentos ao número “alarmante” dos acidentes, os auditores do MTE de Franca, em parceria com o Ministério Público do Trabalho e demais órgãos de proteção do trabalhador, reforçaram as ações de fiscalização e orientação nos estabelecimentos que oferecem mais riscos.
 
Outro setor com alto número de acidentes é o da construção civil. Entre 2013 e 2015, foram 2.195 acidentes no setor. Queda de altura, choque elétrico e soterramento estão entre as principais causas para os números.
 
“Impressionado com os números, tanto em relação às máquinas quanto no setor da construção civil, vários embargos e interdições têm sido impostos pelo Ministério do Trabalho”, completou o auditor. 
 
Consequências
Hoje com 45 anos, o atendente Marcos Antônio Cintra, morador da Vila Tótoli, sofreu um grave acidente de trabalho quando tinha apenas 14 anos. Trabalhando na época em uma fábrica de calçados, ele acabou com um dedo amputado e outros dois sem qualquer tipo de movimento após ter a mão sugada em uma lixadeira. “O meu sonho era seguir uma carreira militar e, com apenas um movimento, vi tudo se perder. As pessoas precisam entender que as sequelas não são apenas físicas, mas principalmente psicológicas. A adaptação é muito difícil. É preciso muito esforço e apoio para continuar”, disse.


Fonte: GCN.net.br


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