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Indiferença quanto a riscos ocupacionais mata


04/06/03

Indiferença quanto a riscos ocupacionais mata anualmente dezenas de milhares de trabalhadores latino-americanos

Na América Latina, o trabalho de uma pessoa é muitas vezes causa de morte ou doença.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 27.000 a 68.000 pessoas morrem por ano na América Latina e no Caribe devido a acidentes ocupacionais. Entre 20 milhões e 80 milhões sofrem de lesões ou doenças de diversos graus de gravidade devido a riscos de natureza física, química, biológica, ou outras causas ambientais, aos quais estão expostas no trabalho.

A verdadeira tragédia, porém, é que muitas dessas mortes e doenças poderiam ser evitadas. Se as normas de segurança em vigor nos países desenvolvidos fossem respeitadas na América Latina, cerca de 16.500 dessas mortes seriam evitadas por ano e milhões de trabalhadores teriam melhores condições de saúde.

Segundo estudos da OIT, as normas de segurança ocupacional na América Latina são extremamente inadequadas. Embora a força de trabalho na região seja de mais de 200 milhões de trabalhadores e cresça a taxas acima da média mundial, especialistas em saúde e segurança alertam para a falta de interesse generalizada sobre segurança no trabalho, tanto por parte dos governos como da iniciativa privada. Essa indiferença, somada a estatísticas que subestimam a magnitude do problema e ao fato de que os órgãos responsáveis geralmente não estão capacitados para aplicar nem as mais elementares normas de segurança, coloca a América Latina em “situação gravíssima”, afirma Roberto Iunes, economista especializado em saúde integrante do Escritório de Avaliação e Supervisão do BID.

“Abordar o problema da segurança no trabalho é extremamente complicado”, explica Iunes. “A responsabilidade é compartilhada por vários setores: saúde, trabalho, agricultura, meio ambiente, sindicatos, instituições de previdência social, seguradoras privadas e organismos internacionais de comércio. E as leis, mesmo quando adequadas e atualizadas, nem sempre são cumpridas.” Com tantas partes interessadas no problema, a segurança no trabalho muitas vezes acaba sendo uma terra de ninguém no tocante à responsabilidade política.


Fonte: Bracol On-line


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