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Contingência & riscos em armazenamento de dados


31/10/02

A crescente preocupação com a segurança é um dos fatores que devem puxar o mercado de armazenamento de dados nos próximos anos. Em boa parte, o fenômeno é um efeito retardado dos atentados terroristas de 11 de setembro, que alertaram as empresas sobre a possibilidade de destruição total das informações armazenadas, inclusive as mais críticas para a manutenção das operações e sobrevivência das companhias. "Depois dos atentados, segurança subiu na prioridade dos CIOs na hora de escolher sistemas de armazenamento", disse Jay Kidd, vice-presidente da Brocade Communications Systems, em entrevista à BUSINESS STANDARD. "Segurança virou prioridade em armazenamento", concorda Dave Roberson, presidente mundial da área de sistemas da Hitachi, gigante japonesa que atua nas áreas de semicondutores, eletroeletrônicos, equipamentos industriais e tecnologia e que teve faturamento de 60 bilhões de dólares no ano passado. E o principal cliente dessa onda de preocupação com segurança de dados não é nada desprezível: o governo federal dos Estados Unidos, que conta com um orçamento de tecnologia da ordem de 52 bilhões de dólares para 2003. "Há muitas iniciativas em Washington sobre sistemas de recuperação de desastre e acho que isso será um motor para o mercado de armazenamento de dados." Além dos projetos para os próprios órgãos federais, o governo norte-americano também tem pressionado instituições financeiras para que montem estruturas de recuperação de desastre como forma de garantir a segurança das informações financeiras em caso de acidente. Isso significa que os dados devem ser armazenados em diferentes data centers, montados em localidades distintas. Roberson afirmou ainda que as empresas de seguro norte-americanas têm cobrado até dez vezes mais de clientes que não possuem sistemas de recuperação de desastres. Além disso, o executivo afirma que algumas grandes empresas de manufatura dos EUA estão exigindo que seus fornecedores-chave montem sistemas de recuperação de desastre como uma garantia extra de que o abastecimento será prejudicado o mínimo possível em uma emergência. Segundo Roberson, essa é uma tendência que vem ganhando corpo e mostra a crescente preocupação com a segurança dos dados. "Armazenamento de dados e segurança ainda são coisas diferentes e responsabilidades de profissionais diferentes dentro das empresas. Mas os atentados de 11 de setembro fizeram as pessoas associarem as duas coisas de alguma forma", diz Nigel Turner, vice-presidente sênior da divisão de armazenamento da Computer Associates. A crescente preocupação com a segurança é um dos fatores que devem puxar o mercado de armazenamento de dados nos próximos anos. Em boa parte, o fenômeno é um efeito retardado dos atentados terroristas de 11 de setembro, que alertaram as empresas sobre a possibilidade de destruição total das informações armazenadas, inclusive as mais críticas para a manutenção das operações e sobrevivência das companhias. "Depois dos atentados, segurança subiu na prioridade dos CIOs na hora de escolher sistemas de armazenamento", disse Jay Kidd, vice-presidente da Brocade Communications Systems, em entrevista à BUSINESS STANDARD. "Segurança virou prioridade em armazenamento", concorda Dave Roberson, presidente mundial da área de sistemas da Hitachi, gigante japonesa que atua nas áreas de semicondutores, eletroeletrônicos, equipamentos industriais e tecnologia e que teve faturamento de 60 bilhões de dólares no ano passado. E o principal cliente dessa onda de preocupação com segurança de dados não é nada desprezível: o governo federal dos Estados Unidos, que conta com um orçamento de tecnologia da ordem de 52 bilhões de dólares para 2003. "Há muitas iniciativas em Washington sobre sistemas de recuperação de desastre e acho que isso será um motor para o mercado de armazenamento de dados." Além dos projetos para os próprios órgãos federais, o governo norte-americano também tem pressionado instituições financeiras para que montem estruturas de recuperação de desastre como forma de garantir a segurança das informações financeiras em caso de acidente. Isso significa que os dados devem ser armazenados em diferentes data centers, montados em localidades distintas. Roberson afirmou ainda que as empresas de seguro norte-americanas têm cobrado até dez vezes mais de clientes que não possuem sistemas de recuperação de desastres. Além disso, o executivo afirma que algumas grandes empresas de manufatura dos EUA estão exigindo que seus fornecedores-chave montem sistemas de recuperação de desastre como uma garantia extra de que o abastecimento será prejudicado o mínimo possível em uma emergência. Segundo Roberson, essa é uma tendência que vem ganhando corpo e mostra a crescente preocupação com a segurança dos dados. "Armazenamento de dados e segurança ainda são coisas diferentes e responsabilidades de profissionais diferentes dentro das empresas. Mas os atentados de 11 de setembro fizeram as pessoas associarem as duas coisas de alguma forma", diz Nigel Turner, vice-presidente sênior da divisão de armazenamento da Computer Associates.


Fonte: revista businessstandard


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