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Cães - Inovando para combater drogas nas escolas


29/10/02

Projeto da PM pretende afastar traficantes de escolas da Zona Norte e evitar que estudantes consumam entorpecentes O Canil da Polícia Militar de São Paulo desenvolveu um projeto inédito de policiamento preventivo nas escolas públicas estaduais, com o uso de cães labradores para farejar drogas. Além de afastar traficantes e coibir o uso de entorpecentes por alunos, os cachorros, brincalhões e dóceis, fazem sucesso com as crianças e são usados para melhorar o relacionamento entre estudantes e polícia. O projeto foi implantado no começo deste ano em dez escolas da Zona Norte de São Paulo, onde estudam cerca de 15 mil adolescentes e crianças.

De acordo com o capitão Daniel Augusto Ramos Ignácio, comandante da 3ª Companhia do 3º Batalhão de Choque, duas equipes, compostas por três policiais e três cães labradores, se revezam na operação que acontece quinzenalmente nas escolas da região. O oficial explica que o canil tem 15 cães labradores, sendo que seis são treinados para farejar drogas.

Segundo o capitão, no começo do ano houve uma reunião com a diretoria de ensino da região norte da Capital, onde foi acertada a implantação do projeto. Depois, os PMs fizeram um mapeamento das escolas com maior número de ocorrências envolvendo tráfico ou uso de entorpecentes.

O oficial conta que, depois do levantamento, os policiais conversaram com diretores das escolas e identificaram horários, locais e pontos mais críticos de consumo e tráfico de drogas. Antes de iniciar as operações, os PMs conversam com os diretores da escola. Em alguns casos, salas de aula são revistadas pelos cães. Antes, porém, um PM explica a operação aos alunos de maneira descontraída. Depois, eles deixam a sala e o cão começa a farejar.

Brincadeira
Durante a operação, a maioria dos alunos e professores tenta brincar ou tocar nos labradores. "Como o labrador é dócil, as crianças brincam durante as operações e identificam o policial como um amigo", diz o capitão. Segundo o PM, desde o início da operação os labradores já encontraram maconha em três ocasiões.

Duas vezes foram apreendidas pequenas quantidades de maconha e, em outra, o cão localizou fragmentos da droga em um estojo. "A ação tem impacto preventivo, porque o traficante sabe que a qualquer momento pode ter uma operação e pára de atuar perto da escola", diz Ignácio. Nesses casos, o estudante, se identificado, pode ser levado à delegacia. Mas o objetivo o inibir a venda, o consumo e o porte.

O oficial diz que outras 20 escolas da região querem participar do projeto. Não há efetivo e cães labradores suficientes. O canil tem 160 policiais e 110 cães, de várias raças.


Fonte: Diário de São Paulo


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