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Guerra Cibernética


29/10/02

Hackers muçulmanos ou simpatizantes do islamismo estão na linha de frente de uma potencial guerra cibernética, a ser travada depois do fim de um cessar-fogo aceito por "hackers ativistas" e por criadores de vírus nos meses seguintes aos ataques de 11 de setembro contra os EUA, disseram especialistas em internet. Os hackers simpatizantes do islamismo estão intensificando seus ataques contra países favoráveis à "guerra contra o terror" dos EUA e à campanha da superpotência contra o Iraque. A empresa de segurança em computadores mi2g, de Londres, disse hoje que outubro já era considerado o pior mês em termos de ataques virtuais detectáveis desde que se começou a registrar o fenômeno, em 1995. Estima-se que aconteceram 16.559 ataques contra sistemas e sites. A empresa, que trabalha com bancos, seguradoras e resseguradoras, disse que ataques motivados politicamente haviam crescido bastante. "Percebemos que mais e mais grupos de hackers islâmicos estão começando a se unir em torno de uma agenda anti-EUA, anti-Reino Unido, anti-Austrália, anti-Índia e anti-Israel", declarou. Segundo o banco de dados zone-H, um site independente que monitora a atividade dos hackers, a alteração de sites com motivos políticos responde por 11% do número total desse tipo de ataque. A maior parte ddeles é atribuída a garotos espalhados pelo mundo todo, do Brasil à Alemanha, que querem aparecer, disse Dean White, do Sans Institute Internet Storm Center. Mas fatos reais, como o aniversário de um ano dos ataques de 11 de setembro, o aumento da violência em Israel ou o atentado a bomba de 12 de outubro em Bali (Indonésia), no qual morreram mais de 180 pessoas, podem servir de inspiração para os agressores virtuais. Um dos grupos identificados pela mi2g é o Unix Security Guards (USG), formado em maio e composto, supostamente, por outras organizações menores, como o EgyptianFighter (combatente egípcio), e por muçulmanos vindos de ex-Repúblicas soviéticas islâmicas e do Marrocos. O USG aumentou o número de ataques de 21 em agosto, para 207 em dezembro. Até 27 de outubro, o grupo havia realizado 1.511 ataques.


Fonte: Folha Online


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