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Tickets mudam para enfrentar crime


29/10/02

Os supermercados do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo receberão os tíquetes-alimentação em papel somente até a próxima quinta-feira. As outras regiões do Estado e São Paulo aceitarão até 31 de dezembro e os demais Estados do Brasil, até o último dia de março de 2003. Os papéis serão substituídos por cartões magnéticos que proporcionam mais segurança e agilidade nas operações para os comerciantes e redução no custo operacional das empresas administradoras de tíquetes. O prazo limite para aceitação do tíquete em papel foi firmado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e Associação das Empresas de Refeição e Alimentos - Convênio para o Trabalhador (Assert). Os tíquetes- refeição que são aceitos em bares e restaurantes também serão substituídos daqui a um tempo. Projetos pilotos estão sendo desenvolvidos em São Paulo e Goiás e a substituição em todo o País deverá ocorrer até 2005. A mudança do tíquete-alimentação em papel para cartão magnético está ocorrendo desde 1999. Os comerciantes que aceitam cartão de crédito ou de débito em seus estabelecimentos não terão despesas extras com o novo sistema, já que os cartões são aceitos nas máquinas da RedeCard. "O lojista que já aceita cartões de crédito ou de débito não precisará comprar outra máquina. A RedeCard entra em contato com aqueles que possuem o equipamento da empresa e habilitam para recebimento dos novos tíquetes", explica Arthur Almeida, presidente da Assert, a entidade que reúne as empresas operadoras dos tíquetes-alimentação e refeição. Além da agilidade com o fim do manuseio dos tíquetes, os lojistas lucram com o aumento da segurança. "Ficávamos muito vulneráveis com a aceitação do tíquete em papel. Não eram poucos os tíquetes fraudados e falsificados que circulavam no mercado. O cartão magnético é mais prático e seguro", afirma Ronaldo Teixeira, superintendente da Redeconomia, associação com 92 lojas no Estado. Clientes podem sustar em caso de roubo Walter de Marca, gerente de meios de pagamento da Sendas, comemora o fim do recebimento dos tíquetes adulterados. "Recebíamos muitos tíquetes falsificados e o prejuízo era grande. Agora, com o fim dos tíquetes em papel, aumenta nossa segurança e a dos clientes, que podem sustar o cartão caso sejam roubados", afirma Marca. Outra vantagem do cartão magnético observada pelo gerente da Sendas é a utilização correta do benefício. "O tíquete foi criado para que o trabalhador o utilizasse na compra de alimentos, mas ultimamente seu uso tem sido desvirtuado. Estavam sendo trocados por dinheiro ou utilizados na compra de itens não-alimentícios." A Abras recomenda aos supermercadistas que respeitem os prazos acordados para o término do recebimento dos tíquetes em papel e que não aceitem aumento na taxa cobradas pelas administradoras. "O pagamento dos cartões eletrônicos aceitos pelos supermercados devem respeitar o mesmo prazo e a mesma taxa que era praticada pelos tíquetes em papel", afirma Ayrton Fornari, vice-presidente da Abras e presidente da Associação dos Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj). Geralmente, as empresas levam 15 dias para o depósito do dinheiro e cobram taxas que variam de 3,7% a 4%. As administradoras de tíquetes estão investindo, de acordo com a Assert, R$ 150 milhões na substituição. Dos 150 mil estabelecimentos comerciais no Brasil cadastrados para recebimento dos tíquetes, 50 mil aceitam o tíquete-alimentação. Destes, 20 mil já trabalham com o cartão eletrônico. O objetivo é coibir o comércio ilegal de tíquetes e reduzir gastos operacionais. "Lucram ambos, tanto a administradora de tíquetes quanto o comerciante", ressalta Fornari. A tecnologia utilizada para os tíquetes-refeição será diferente da tecnologia de tíquetes-alimentação. "Estamos testando diferentes processos, pois ao contrário do tíquete-alimentação, os créditos do tíquete-refeição não podem ser utilizados de uma só vez", explica Almeida, da Assert. Estabelecimentos das cidades de São Paulo e Goiânia estão testando um novo sistema. "Será necessário adquirir uma máquina própria, que, por enquanto, custa em torno de R$ 300, mas deverá ter seu custo reduzido consideravelmente após o aumento da demanda", afirma Almeida.


Fonte: Jornal do Comércio


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