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Modulo divulga pesquisa nacional de segurança da informação


26/10/02

A Módulo Security Solutions, empresa brasileira de segurança da informação, divulgou os resultados de sua Oitava Pesquisa Nacional de Segurança da Informação. A edição deste ano ouviu, entre março e agosto, 547 profissionais - o triplo dos entrevistados em 2001 - ligados às áreas de tecnologia e segurança da informação de todos os segmentos econômicos, abrangendo mais de 30% das mil maiores empresas do país.

"A pesquisa deste ano foi muito mais abrangente", explica Alberto Bastos, vice-presidente de Tecnologia da Módulo. "Além de triplicarmos o número de entrevistados, focamos nosso público alvo em profissionais que estiveram presentes nos principais eventos relacionados à segurança da informação realizados no país, ou seja, pessoas que lidam com o problema no seu dia-a-dia", complementa.

A pesquisa indicou que 43% das empresas reconheceram ter sofrido ataques a sua segurança, sendo que 24% registraram ocorrências nos últimos seis meses.
Do total, 32% não souberam informar se foram atacadas ou não. "Apesar da expectativa de aumento nos problemas com a segurança e o crescimento no índice de registros de ataques e invasões, a pesquisa mostra que apenas metade das empresas brasileiras - 49% - possuem planos de ação formalizados em caso de ataques", diz Alberto Bastos. Segundo ele, a ausência de procedimentos emergenciais amplia a extensão do problema, deixando as empresas mais vulneráveis e aumentando o impacto sobre os negócios.

A pesquisa mostra também que as principais medidas de segurança implementadas ainda possuem características técnicas e pontuais, como a utilização de antivírus e firewall. Cerca de 77% dos entrevistados disseram que pretendem aumentar seus investimentos na área, no decorrer de 2003. Em relação ao tipo de investimento, houve uma inversão nas duas primeiras posições: a capacitação de equipe técnica ficou em primeiro lugar com 81% e política de segurança em segundo, com 76%.

43% das empresas entrevistadas sofreram ataques nos últimos 12 meses representando um aumento de 10% em relação a 2001, sendo que 24% nos últimos 6 meses.

78% das empresas no Brasil reconhecem que tiveram perdas financeiras. Porém, 56% ainda não conseguem quantificar o valor dos prejuízos causados pelos problemas com a segurança da informação. Em 22% das organizações que conseguiram contabilizar estes valores, o total de perdas registradas foi de R$ 39,7 milhões.

Os hackers (48%) foram os maiores responsáveis por ataques e invasões em 2002, representando um aumento de 15% com relação a 2001.Em segundo lugar, vêm os funcionários, que passaram de 24 para 31% . Surge também uma nova ameaça, não registrada na pesquisa anterior : a categoria ex-funcionários, que registrou 8%. O percentual relativo a prestadores de serviço passou de 3 para 12% e o dos concorrentes - de 1 para 4%".

A Internet continua sendo considerado o principal ponto de ataque com 55%.
No entanto, o acesso remoto teve o maior aumento, passando de 9% em 2001 para 16% em 2002, um aumento de 78% em apenas 1 ano.

82% dos entrevistados acreditam no aumento dos problemas relacionados à segurança da informação.

Das medidas de segurança adotadas, análise de riscos teve o maior aumento com relação à pesquisa anterior, passando de 24% em 2001, para 53% em 2002.

Somente 36% das empresas possuem um plano de ação formalizado no caso de um eventual ataque ou invasão.

A segurança da informação passou a ser fator importante para 45% dos executivos, sendo que 16% a consideram crítica e 32% entendem ser vital.
Mesmo assim, a falta de conscientização dos executivos (45%) e dos usuários (38%) foram apontadas como os principais obstáculos para implementação da segurança nas corporações.

77% dos profissionais entrevistados informaram que suas empresas pretendem aumentar os investimentos em segurança em 2003.

78% das empresas possuem orçamento específico para área de segurança, sendo que 33% alocam recursos entre 1 e 5% do orçamento total de tecnologia, 24% alocam de 5 a 10%.

A área de tecnologia ainda é a responsável pela segurança da informação em 41% das empresas participantes da pesquisa. Em seguida vem a área específica de Security Office com 31%. Em 12% das organizações ainda não há uma área especifica para tratar a questão de segurança da informação.

98% das empresas pesquisadas possuem pelo menos 1 pessoa dedicada a segurança da informação, sendo que 24% destas possuem mais de 10 pessoas dedicadas.

81% das empresas pretendem investir em capacitação da equipe técnica.

30% dos entrevistados alocam de 1 a 5% do orçamento total da empresa para a área de tecnologia da informação.

36% das empresas ainda não possuem um planejamento dedicado à segurança da informação.

66% dos usuários deixam de comprar pela Internet por causa da sensação de falta de segurança.


Fonte: Terra


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