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Dias de trabalho nos EUA, em relação a outros paises


26/10/02

Os homens norte-americanos trabalham em média 49 horas semanais e as mulheres 42 horas. Acresce que no país se paga em média apenas duas semanas de férias por ano.
Há 15 anos, 13% dos norte americanos trabalhavam mais de 50 horas semanais. Essa percentagem subiu agora para 15%.
Vinte por cento dos trabalhadores afirmam que, para fazerem face aos seus compromissos econômicos, precisam fazer horas extraordinárias, pelo menos um dia por semana.
Em termos médios um americano trabalha por ano mais 350 horas do que um trabalhador europeu e mais 70 horas do que um japonês.
De acordo com o relatório da Comunidade Européia a prosperidade é real, "os salários aumentaram no último ano, mas não necessariamente a qualidade de vida". Segundo o mesmo relatório, os pobres são obrigados a trabalhar cada vez mais. Os cortes efetuados nos benefícios sociais obriga a esse aumento da carga de trabalho. Por seu lado a classe média tem de trabalhar cada vez mais duro como forma de fazer face ao grande aumento dos custos da saúde, da habitação e da educação.
Esta necessidade de investir cada vez mais tempo no trabalho tem enormes conseqüências e custos sociais. "Os norte-americanos não têm tempo para se sentar num café ou num bar, como fazem os europeus", diz o relatório Dado que 70% das mães trabalham, a vida em família não é mais do que uma quimera. Mais de 70% dos americanos não passam quase tempo nenhum com os filhos e as refeições em família são uma raridade.
Os poucos pais norte-americanos que conseguem algum tempo para dedicar aos filhos não têm tempo para si próprios. O estudo mostra que os pais dispõem em média de uma hora por dia para eles, menos 54 minutos do que há vinte anos. E as mães podem dispor para si próprias de 50 minutos diários, ou seja, menos 42 minutos do que dispunham em média há vinte anos atrás.
Todos reconhecemos que na América o trabalho possui um forte valor moral. A maneira como os americanos encaram o trabalho e o lazer é muito diferente da forma como fazem na Europa. Mesmo assim começa a notar-se nos EUA um movimento em crescendo contra a prosperidade econômica à americana, considerada por muitos como tirana em demasia.
O peso das horas extraordinárias, e o seu uso indiscriminado pelas empresas, como forma de gerir a componente da mão-de-obra, é de tal ordem que levou alguns Estados, como o de Nova Jersey e Maine, a aprovarem leis que limitam o número de horas extraordinárias que é possível exigir aos trabalhadores. Os dados agora divulgados sobre as relações entre trabalho e prosperidade na América do Norte parece corroborarem a idéia de que no interior de cada sociedade e entre sociedades se vive a várias velocidades


Fonte: Medgraf


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