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Equipamentos EPIs do Restaurante


24/10/02

A Medicina do Trabalho compreende o estudo das formas de proteção à saúde do trabalhador, enquanto no exercício do trabalho, indicando medidas preventivas (Higiene do Trabalho) e remediando os efeitos através engenharia do trabalho.
O artigo 165 da Consolidação das Leis do Trabalho relata que, quando as medidas de ordem geral não oferecem completa proteção contra os riscos de acidentes, caberá à empresa fornecer, gratuitamente, equipamentos de proteção individual, tais como: óculos, máscaras, luvas, capacetes, cintos de segurança, calçados, roupas especiais e outros, que devem ser de uso obrigatório por parte dos empregados.
Os EPIs podem ser definidos como todos os dispositivos de uso pessoal destinados a preservar a incolumidade do empregado, quando do desempenho de suas funções. Todo EPI deverá ser aprovado e registrado no Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho Maria Lúcia da Conceição e colaboradora da Disciplina de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal da Paraiba. Avaliam e caracterizam o Sistema de Equipamento de Proteção Individual da Unidade de Alimentação e Nutrição do Restaurante Universitário da Universidade. A amostra consistiu de 52 funcionários (73%), de um total de 71 que trabalham no Restaurante.
. Ao serem questionados sobre a importância do Equipamento de Proteção Individual (EPI), 49 (94,2%) admitiram que reconheciam a importância da utilização do mesmo, enquanto que 3 (5,8%) relataram desconhecimento quanto ao fato. Esses resultados vêm a confirmar que os funcionários estão cientes da importância do EPI na prevenção de acidentes do trabalho.
Um aspecto de grande relevância diz respeito à educação e à preparação prévias do trabalhador no tocante à aceitação do EPI como rotina no trabalho, de modo que o mesmo se torne, psicologicamente, conscientizado, da sua importância e da necessidade do seu uso, em benefício de sua própria segurança.
Com relação aos tipos de EPIs disponíveis no serviço, verificou-se que 25 (48,1%) dos funcionários utilizavam o fardamento completo acrescido de um outro EPI; 19 (36,5%) faziam uso de avental e mais um outro EPI; 4 (7,7%) usavam outros EPIs; e 4 (7,7%) disseram que não usavam nenhum EPI .
Quando abordados sobre a segurança que os EPIs ofereciam, 35 (67,3%) dos funcionários responderam que se sentem protegidos ao usar os EPIs, e 17 (32,7%) relataram que, apesar do uso dos mesmos, não se sentiam completamente protegidos no desempenho de suas funções. Questionados sobre o modo de conservação dos EPIs, 28 (53,8%) dos entrevistados responderam que mantêm sempre limpo o seu equipamento, 19 (36,5%) lavam diariamente, 5 (9,7%) guardam seus equipamentos após o uso.
Ao serem questionados sobre a participação em algum curso sobre Segurança do Trabalho, 39 (75%) dos entrevistados responderam que já participaram e 13 (25%) dos funcionários não participaram de nenhum evento sobre segurança do trabalho.
Com relação ao recebimento de treinamento, quanto ao uso e conservação dos EPIs, 29 (55,7%) ou funcionários tinham recebido treinamento anterior, enquanto que os 33 (44,3%) restantes relataram não ter recebido treinamento referente ao uso e conservação dos EPIs . Ao serem perguntados sobre o fato de já terem sofrido algum acidente durante o trabalho, 28 (53,8%) dos entrevistados relataram que não sofreram nenhum acidente quando do desempenho de suas funções, enquanto os demais (24 - 46,2%) responderam ter sofrido algum tipo de acidente. Dos funcionários que tinham sofrido anteriormente algum acidente (n=24), 8 (33,3%) relataram que sofreram cortes, 8 (33,3%) sofreram quedas sem fraturas, 6 (25%) relataram ter sofrido queimaduras e 2 (8,4) sofreram queda com algum tipo de fratura.
Indagados quanto ao tempo decorrido desde o acidente, 6 (25%) dos funcionários relataram sua ocorrência nos últimos seis meses; 6 (25%) relataram ter ocorrido entre 1 e 3 anos atrás; 5 (20,8%) entre 4 e 8 anos; 3 (12,5%) no período de 10 anos; e 4 relataram um período superior à 10 anos.


Fonte: Intramed


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