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Motociclistas assaltam nos sinais no Rio


11/10/02

Uma nova modalidade de roubo está assustando as mulheres que, nos horários de rush, costumam passar com seus carros pela Lagoa e pelos túneis Rebouças e Zuzu Angel. Os ladrões agem em duplas, sempre de motocicleta e usando capacetes. Aproveitando que os veículos estão parados em engarrafamentos, um dos bandidos, provavelmente usando um soco-inglês, quebra o vidro lateral direito do automóvel, levando a bolsa que está no banco do carona. A ação dura segundos. Com o barulho, os motoristas em volta se assustam, mas, presos no congestionamento, nada podem fazer. Gangue tem pelo menos 4 integrantes O crime, classificado pela polícia como "furto no interior de veículos", já chamou a atenção de policiais da 15 DP (Gávea). Somente nos últimos 30 dias, segundo o delegado Carlos Alberto Nunes Pinto, foram registrados 12 casos. Policiais militares do Serviço Reservado (P-2) do 23 BPM (Leblon) também investigam os casos. De acordo com o comandante do batalhão, coronel Ubiratan de Oliveira Ângelo, já se sabe que há uma gangue com pelo menos quatro integrantes agindo na região. O delegado Carlos Alberto disse que as vítimas dos assaltos são sempre mulheres porque os bandidos sabem que a chance de reação é pequena. Ele informou que os marginais costumam agir nos horários de maior movimento, entre 7h30m e 9h30m e entre 17h30m e 19h. A gangue, acrescentou o comandante do 23 BPM, atua na Lagoa e nos túneis Rebouças e Zuzu Angel, além de seus acessos. Segundo o coronel Ubiratan, as vítimas contam que os ladrões costumam usar calças jeans e casacos, além de capacetes pretos, impedindo que seus rostos sejam vistos. Vítima de dois motoqueiros na manhã de terça-feira no interior do Túnel Zuzu Angel, a analista de sistemas Luciana Pedrosa, de 38 anos, disse que se sentiu impotente ao ver os criminosos quebrarem o vidro da janela do seu Astra. Ela contou que estava indo da Barra da Tijuca para o Rio Comprido, onde trabalha, quando, por volta das 8h, dois bandidos numa moto emparelharam com o seu carro preso no engarrafamento. Quebraram o vidro, apanharam a bolsa e fugiram em ziguezague em meio aos automóveis retidos no congestionamento. - Eu estava parada no engarrafamento dentro do túnel quando vi dois motoqueiros do meu lado direito. Ouvi o barulho do soco no vidro e vi os bandidos levarem minha bolsa. Até gritei, mas, no congestionamento, ninguém fez nada - contou Luciana, que só conseguiu encontrar um policial quase 20 minutos depois, no acesso à Avenida Visconde de Albuquerque, no Leblon. A administradora de empresas X., de 23 anos, teve a mesma sensação de impotência e perda diante da ação dos marginais. Na última sexta-feira, ela seguia para uma festa quando, por volta das 19h, na Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, criminosos quebraram o vidro de seu carro e levaram sua bolsa. Quando foi pôr um novo vidro numa oficina em Botafogo, ela descobriu que não tinha sido a única mulher vítima desse tipo de roubo na região. - Na oficina, o gerente já foi logo perguntando se o assalto havia sido na Lagoa e se a bolsa estava no banco do carona. Ele me aconselhou a colocar Insulfilm (película que escurece o vidro) para evitar novos roubos - contou. O gerente da Auto Vidros, em Botafogo, João Carlos Gomes de Lima, confirmou que a incidência desse crime vem crescendo. Ele disse que costuma atender, por semana, a cerca de dez mulheres vítimas dos motoqueiros na mesma área. A procura por novos vidros aumenta no sábado e na segunda-feira pela manhã. - Acho que os bandidos aproveitam mais os engarrafamentos nos fins de tarde de sexta-feira e nas manhãs de segunda-feira para atacar - opinou. Comandante diz que prisão é difícil O comandante do 23 BPM disse que seus policiais estão fazendo blitzes constantes para coibir esse tipo de crime, mas ainda não conseguiram prender os bandidos. Para o coronel Ubiratan, os bandidos agem sem armas, o que dificulta a prisão caso sejam parados numa blitz, por falta de provas. Para tentar evitar a ação dos marginais, o coronel aconselha as motoristas a levarem as bolsas no chão do carro, em vez do banco do carona. - Eles roubam dessa forma devido à facilidade da localização das bolsas e da fragilidade da motorista diante do engarrafamento. Com a bolsa no chão do carro, a motorista evita o roubo - disse.


Fonte: Globo Online


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