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Novo equipamento para soldados americanos


08/10/02

NOVA YORK -- Se o sucesso das tropas norte-americanas no exterior depender da compreensão do idioma local, há boas notícias. Em breve, os soldados terão a seu dispor tradutores computadorizados, conhecidos como "Phraselator", para ajudá-los em qualquer dificuldade relacionada à compreensão do idioma, desde interrogar prisioneiros até localizar esconderijos de armas químicas. Além do árabe, o laboratório do Exército do Estados Unidos em Fort Huachuca, no estado de Arizona, está desenvolvendo a máquina de tradução para duas outras línguas faladas na região, o curdo e o farsi. Os equipamentos de tradução, alguns já usados em testes nos Bálcãs e no Afeganistão, variam de palmtops com frases gravadas em língua estrangeira a um tradutor de vozes que permite que uma pessoa falando inglês e outra falando servo-croata mantenham uma conversação. A inteligência do Exército também comprou 1.500 scanners para traduzir documentos nos idiomas dari, árabe e pashto, segundo Melissa Holland, do Laboratório de Pesquisas do Exército. De acordo com Loch Johnson, professor de ciências políticas da Universidade da Geórgia, ex-congressista e ex-integrante do serviço de inteligência da Casa Branca, a velocidade é muito importante também na tradução. Segundo o especialista James Bamford, desde os anos 60 as agências de inteligência procuram a máquina de tradução ideal. Naquele tempo, nos Estados Unidos, o objetivo era automatizar as traduções da imprensa soviética e interceptar suas comunicações. Traduções automatizadas ainda são um dos maiores desafios na área de computação, sobretudo quando se trata de passar para outra língua expressões de humor e ironia. Os tradutores universais de vozes que vão além dos rígidos jargões militares levarão ainda décadas para serem perfeitos, segundo a tenente-coronel Kathy De Bolt, vice-diretora do laboratório em Fort Huachuca. Os software civis agora produzem traduções um tanto deturpadas de documentos em idiomas como o francês, o alemão e o japonês. Voz portátil Alguns tradutores portáteis de voz também surgiram no mercado civil. Mas, para os soldados as necessidades são diferentes. Funcionários do Comando de Forças Especiais dos Estados Unidos dizem esperar que melhorias na atual versão do Phraselator - um tradutor de voz portátil - venham a ajudar na coordenação dos esforços norte-americanos contra agressores estrangeiros. A máquina de dois mil dólares converte frases do inglês e tem 200 mil comandos gravados e perguntas em 30 línguas, incluindo pastho, dari, árabe, russo e chinês. As máquinas, do tamanho de palmtops, não conseguem entender as respostas, então, as perguntas dos soldados - faladas no aparelho - devem ser cercadas de "yes" ou "no". O Pharaselator foi lançado após os ataques de 11 de setembro de 2001, com dezenas das 500 unidades iniciais tendo chegado às bases norte-americanas no Afeganistão em março, segundo Ace Sarich, que comanda o desenvolvimento do aparelho para a Marine Acoustics Inc. No Afeganistão, as máquinas são usadas para traduzir declarações em inglês sobre vários assuntos, como perguntas médicas - "onde dói" -, ordens militares - "precisamos inspecionar seu veículo" - e transporte de prisioneiros - "saia do carro." Pesquisa avançada Sarich diz que a empresa está fabricando mais 400, num trabalho com as Forças Especiais dos Estados Unidos para desenvolver frases que possam ser usadas no Iraque. A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa está desenvolvendo uma versão bilíngüe do Phraselator. Segundo Kathy De Bolt, um protótipo - que traduziria perguntas em inglês e em línguas estrangeiras - poderia ser testado em 2004. Por enquanto, o Audio Voice Translation Guide System, também conhecido como Tongues (línguas, em inglês), desenvolvido pela Lockheed Martin para o laboratório de idiomas da Universidade Carnegie Mellon, parece ser o único que traduz falas de uma língua para outra, disse John Moody, engenheiro encarregado do projeto. A Lockheed testou dois dos laptops na Croácia, em abril de 2001, com capelães que queriam conversar com refugiados e pacientes moribundos. Kathy De Bolt disse que uma ferramenta similar, chamada Speaking Minds, também está sendo desenvolvida. Outro tradutor que poderia ser usado no Iraque, conhecido como Talker 2, é como o Phraselator, mas pode ensinar aos soldados como falar pessoalmente a língua. No caso de uma invasão do Iraque, um tradutor de frases poderia ajudar a salvar vidas de civis, facilitando a comunicação entre os habitantes e os soldados dos Estados Unidos, segundo John Pike, analista militar da GlobalSecurity.org.


Fonte: CNN


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