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Asma ocupacional


08/10/02

Doenças ocupacionais pulmonares caracterizam-se por apresentarem relação causal com exposições no ambiente de trabalho.

A história de associação temporária entre os sintomas asmáticos do trabalhador e a exposição ocupacional a um gás ou odor , não se constitui em condição segura para o estabelecimento do diagnóstico de asma ocupacional, porque a asma é uma doença freqüente, e a exposição concomitante a agentes potencialmente causadores de asma no ambiente de trabalho pode se dar casualmente.

Uma abordagem possível, é a exposição do paciente ao ambiente do trabalho , monitorizado por medidas de pico do fluxo expiratório. Entretanto, este método depende da cooperação do paciente e do registro correto das observações, que nem sempre é possível se obter Para maior efetividade e credibilidade deste método, seria necessário que as medidas efetuadas no ambiente, fossem acompanhadas por um técnico.
Entretanto, quando possível a melhor condição para diagnóstico, é o teste de provocação para reproduzir a sintomatologia do paciente, em ambiente laboratorial controlado. Os pacientes devem ser expostos lentamente a doses sucessivamente crescentes do agente suspeito, para evitar reações graves. O teste de provocação específico, pode produzir resultados falsos negativos se for usado o agente suspeito errado ou se o paciente estiver afastado por longo tempo do local de trabalho, e com isso ficar desensibilizado, Para investigações epidemiológicas, de trabalhadores sob suspeita de asma ocupacional existe um questionário que inclui informações sobre sintomas relacionados com o trabalho.
Atualmente, é reconhecido amplamente que a "asma dos padeiros" é devida à reação de hipersensibilidade , provocada pela inalação de antígenos da farinha de trigo.

A asma ocupacional tornou-se a doença pulmonar ocupacional mais prevalente nos países desenvolvidos. Em vários países esse tipo de asma ocorre entre 26% e 52% das doenças respiratórias ocupacionais. Nos Estados Unidos, os casos novos de asma ocupacional têm sido estimados em 15%.

A alergia ocupacional, representa hoje um problema de extensão mundial com tendência a se agravar em virtude da industrialização e o surgimento de novas substâncias.

Até o presente têm sido descritos mais de 250 agentes que causam asma ocupacional. Os isocianatos são largamente usados na indústria e são responsáveis pela forma mais comum da doença. São usados em fundição de metais, composição de substâncias plásticas e em tintas e vernizes. Cerca de 10% das pessoas expostas aos isocianatos desenvolvem asma. Mas outros agentes são: Pó de serra, Breu, Gomas, Látex, Aminas,Epoxi e acrilatos Corantes,Fumos,Persulfatos,Cromo-Níquel, Formalaldeido etc.
A qualidade de vida para os indivíduos com asma ocupacional é pior do que os que tem asma sem ser relacionados ao ambiente de trabalho.

A avaliação foi feita por Renilton José Pizzol em tese de mestrado apresentada, em 2001, a Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Saúde Ambiental da Universidade de São Paulo

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Fonte: Intramed


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